Contabilis AI

A máquina aponta.
O contador decide.

Auditoria de créditos tributários sobre NF-e, SPED, DARF e DCTFWeb. Cada indício vem com a evidência que o originou, a fórmula do cálculo e o dispositivo legal — para o profissional conferir, e não confiar.

Motor determinístico. Sem chave de IA configurada, opera 100% por regras — e declara isso na tela.
Contabilis AI
NF-e · SPED · DARF · DCTFWeb · OFX · lote em ZIP Laudo assinável com hash de integridade Não transmite PER/DCOMP nem emite guia

O problema

Encontrar crédito é fácil.
Encontrar crédito que se sustenta não é.

Ferramenta que varre notas e devolve um número grande existe às dezenas. O problema aparece depois: crédito indevido aproveitado vira glosa com multa de ofício — e o processo sobra para quem assinou o laudo.

Este sistema foi construído ao contrário. A pergunta que ele responde não é “quanto dá para pedir?”, e sim “o que aguenta uma fiscalização daqui a dois anos?”

Valor indicado
Hipótese

O que o motor encontrou. É ponto de partida para investigar — não é valor a receber.

Valor qualificado
Testado

Passou em todos os testes automáticos: regime, CST, CFOP, NCM, insumo e prazo. Ainda exige contador.

Crédito indevido evitado
Recusado

O que o motor impediu de virar crédito sem base legal. Multa e glosa que não vão acontecer.

Três números, nunca um. Relatório que apresenta um valor único como “crédito a recuperar” está escondendo a diferença entre hipótese e certeza — e essa diferença é o risco de quem assina.

Anatomia de um achado

Todo indício mostra de onde veio

Saída real do motor sobre uma NF-e de entrada. Nada aqui é ilustrativo: é o formato que o contador recebe.

PIS

Indício de crédito de PIS em aquisição

R$ 173,25
indicado
Fórmula
PIS destacado no documento: R$ 173,25 (base R$ 10.500,00 × 1,65%)
Base legal
Art. 3º das Leis 10.637/2002 e 10.833/2003 c/c STJ Tema 779
Evidência
NF-e 12345 · chave 4124…3456 · fornecedor · item RESINA FENÓLICA · NCM 39093100 · CFOP 2101 · base R$ 10.500,00
Teste de insumo
insumo provável · essencialidade e relevância avaliadas item a item
Prescrição
no prazo — art. 168 do CTN
Risco
Validar vinculação do insumo a receita tributada, rateio proporcional quando houver receita mista, e ausência de crédito já aproveitado.
O campo Risco existe em todo achado. Um sistema que só mostra o que dá certo não está ajudando quem assume responsabilidade técnica.
E quando não dá crédito, ele diz por quê:
Aquisição sem direito a crédito de PIS
Art. 3º, §2º, II da Lei 10.833/2003: aquisição isenta não gera crédito.

Os achados recusados permanecem no laudo, agrupados por fundamento. Numa fiscalização, é essa seção que responde por que determinado crédito não foi aproveitado — em uma linha, com o dispositivo.

Limites de projeto

O que o sistema se recusa a fazer

Não são funcionalidades ausentes por falta de tempo. São recusas deliberadas, escritas no código como ações bloqueadas.

Não transmite PER/DCOMP

A transmissão é ato privativo do responsável, com o certificado digital da empresa. Compensação não homologada rende multa isolada de 50%.

Não emite guia nem retifica

Não altera escrituração, não transmite declaração, não protocola nada. O sistema produz fundamento; o ato é do contador.

A IA não calcula valor

Alíquota, base, crédito e decisão fiscal saem do motor determinístico. O LLM só dá segunda opinião qualitativa sobre insumo — e se divergir, o determinístico prevalece.

Não aprova sem fundamentação

Cada achado é decidido individualmente. Aprovar exige justificativa escrita, registrada em trilha de auditoria que nem a aplicação consegue apagar.

Não cria crédito sem lastro

Sem valor destacado no documento, não há crédito. O motor nunca aplica alíquota presumida sobre uma base para produzir número.

Não sobe inseguro

Se o isolamento entre clientes não estiver verificado no banco, o servidor aborta a inicialização. Não existe modo permissivo.

Fundamento

Regras com dispositivo, não com heurística

Uma amostra do que o motor confere em cada item. Cada regra existe para impedir um falso positivo específico.

RegraFundamento
CST da NF-e é do emitente (01–09), não do adquirente (50–56)Tabelas 4.3.1 e 4.3.3
Monofásico e alíquota zero não geram crédito na aquisiçãoLeis 10.147/2000, 10.485/2002, 10.925/2004; art. 3º §2º II da Lei 10.833/2003
Essencialidade e relevância testadas item a itemSTJ Tema 779 (REsp 1.221.170/PR)
Uso e consumo: crédito de ICMS vedado até 2033art. 33, I da LC 87/1996
Ativo imobilizado: ICMS via CIAP, em 48 parcelasart. 20 §5º da LC 87/1996
Fornecedor do Simples: crédito limitado ao destacadoart. 23 §1º da LC 123/2006
IPI apenas para estabelecimento industrial ou equiparadoart. 226 do RIPI/2010
Prescrição de cinco anos verificada em todo achadoart. 168 do CTN
Multa e juros não viram crédito de pagamento a maiorseparação de principal no DARF
Matriz e filial com mesmo valor não são duplicidadeconferência por CNPJ do estabelecimento

A Reforma Tributária extingue o tributo para o futuro, não o indébito já pago. Cada achado indica se o crédito permanece exigível e qual o sucessor — CBS ou IBS.

Demonstrativo

Nem todo crédito vira PER/DCOMP

Tratar tudo como PER/DCOMP é o erro clássico — e caro. O sistema separa cada crédito pela via que ele realmente exige.

Federal

PER/DCOMP

Pagamento indevido ou a maior. Vai ao e-CAC com os dados do DARF de origem. Art. 165, I do CTN.

Escrituração

EFD-Contribuições

Crédito de insumo de PIS/COFINS. Não é PER/DCOMP de pagamento indevido: é apuração na competência.

Estadual

Apuração do ICMS

Livro de apuração da UF. Não entra em declaração federal. Imobilizado segue o CIAP.

Escrituração

Apuração do IPI

Livro próprio, para estabelecimento industrial ou equiparado.

Transmitir declaração de compensação com crédito que deveria ter sido escriturado leva à não homologação e à multa isolada de 50% sobre o valor (art. 74, §17 da Lei 9.430/1996), além da glosa.

Acompanhamento

Do indício até a homologação

O sistema não termina no laudo. Ele acompanha o que aconteceu com o crédito depois — porque só o valor homologado prova resultado.

Indicado pelo motor
hipótese
Qualificado
passou nos testes
Aprovado pelo responsável
com fundamentação escrita
Transmitido ou escriturado
com nº do PER/DCOMP
Homologado pelo fisco
o único número que prova

As proporções acima são ilustrativas do formato do funil — não são resultado de cliente. Cada escritório vê a própria taxa, calculada sobre os próprios laudos. Motivo de glosa que se repete vira sinal de regra a corrigir no motor.

Honestidade técnica

O que ainda não faz

Está aqui, na página de vendas, porque descobrir isso com um cliente na frente é pior.

Feito para quem assina embaixo

Se você já viu um laudo de recuperação tributária que não se sustentava, sabe exatamente por que este sistema recusa mais do que aprova.